Após um mês, buscas em Gravataí e Viamão tentam esclarecer sumiço de família Aguiar
Um mês após o desaparecimento de três integrantes da família Aguiar, o caso segue sem resposta definitiva e mobiliza equipes de investigação na Região Metropolitana. O principal suspeito, um policial militar de 39 anos e ex-marido de Silvana Germann Aguiar, permanece detido, alega inocência e não apresentou versão sobre os fatos durante os depoimentos.
Buscas e análise de dados ampliam investigação
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul realizou novas diligências em áreas rurais de Gravataí e Viamão, incluindo um sítio ligado à família do suspeito. No local, porém, não foram localizados objetos considerados úteis para esclarecer o desaparecimento.
Além das buscas, os investigadores concentram esforços na extração de informações de aparelhos eletrônicos apreendidos. Senhas do telefone e do computador foram entregues às autoridades pela atual companheira do policial, que também prestou depoimento e nega qualquer envolvimento.
O policial está custodiado desde 10 de fevereiro no Batalhão de Operações Especiais, em Porto Alegre. Familiares também foram ouvidos pela delegacia responsável ao longo da semana.
Perícia indica sangue humano e hipótese familiar
Laudos do Instituto-Geral de Perícias apontaram que o material coletado na residência de Silvana é sangue humano. A linha de apuração considera conflitos familiares como possível motivação.
Também desaparecidos estão Isail Vieira Aguiar, 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, 70 anos.
Outro ponto ainda sem esclarecimento envolve um automóvel vermelho visto entrando e saindo do pátio da casa no período do desaparecimento. A polícia verifica relatos recebidos e mantém a investigação em andamento.
O caso permanece sem conclusão, e novas perícias devem orientar os próximos passos.

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