O novo valor do salário-mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, passou a valer oficialmente nesta quinta-feira, 1º de janeiro. O reajuste representa um aumento de 6,79% em relação ao piso anterior, que era de R$ 1.518, resultando em um acréscimo de R$ 103 no rendimento mensal dos trabalhadores.
A atualização foi confirmada pelo Ministério do Planejamento e Orçamento e segue a política de correção baseada na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Nos últimos 12 meses, o indicador acumulou alta de 4,18%, assegurando a recomposição do poder de compra da população que depende do piso nacional.
Segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário-mínimo deve gerar um impacto positivo de aproximadamente R$ 81,7 bilhões na economia brasileira. O cálculo considera o aumento da renda das famílias, o estímulo ao consumo e a elevação da arrecadação de tributos.
O reajuste beneficia milhões de brasileiros, entre trabalhadores da iniciativa privada, servidores públicos, aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Foto: Agência Brasil

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