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Gravataí adota o uso obrigatório de máscaras como política de saúde pública




Autoridades em saúde orientam que uso intenso de máscaras reduz transmissão do Covid-19



A Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, no início deste mês, adotou como medida recomendar o uso de máscaras em vias públicas e locais fechados para evitar o avanço do novo coronavírus no Brasil. Assim, como medida sanitária complementar, a Prefeitura de Gravataí publicou, neste domingo (26), Decreto 17888/20, que torna o uso da máscara como obrigatório na cidade.

De acordo com a publicação, a partir desta segunda-feira, 27, é obrigatório a utilização de máscaras de proteção para todos os cidadãos que circulem nas ruas do município ou em qualquer ambiente não-residencial. A obrigatoriedade também é estendida aos proprietários dos estabelecimentos comerciais, industriais, de serviços e da construção civil. Os trabalhadores e usuários de transporte coletivo e individual de passageiros são igualmente obrigados a fazerem uso do item de proteção.


Máscaras caseiras


O Decreto deixa claro que as máscaras deverão ser preferencialmente caseiras, confeccionas em tecido, devendo, obrigatoriamente, cobrir, no mínimo, o nariz e a boca. Como orientado pela Ministério da Saúde, cada cidadão pode fazer sua própria máscara ‘barreira’ usando um tecido com duas faces. Não precisa de especificações técnicas. Ela faz uma barreira tão boa quanto as outras máscaras. A diferença é que ela tem que ser lavada pelo próprio indivíduo para que se possa manter o autocuidado. Se ficar úmida, tem que ser trocada. Pode lavar com sabão ou água sanitária, deixando de molho por cerca de 30 minutos. E nunca compartilhar, porque o uso é individual.


Uso da máscara no mundo


Especialistas e autoridades em Saúde têm chamado a atenção para o uso intenso de máscaras na China, na Coreia do Sul e em Cingapura, que tiveram transmissão menos intensa da COVID-19 em comparação com países como Estados Unidos, Itália e Espanha. Esta também é uma recomendação da OMS.


Texto e foto: Giulliano Pacheco/PMG



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