Homem é denunciado por ato obsceno na Avenida Flores da Cunha, em Cachoeirinha
Por André Guterres - Info do Vale e Cachoeirinha Notícias 24 Horas
Um novo relato de ato obsceno em via pública voltou a preocupar moradores de Cachoeirinha. No início da tarde deste domingo (2), uma mulher publicou em um grupo de notícias no Facebook que presenciou um homem praticando masturbação nas proximidades de um supermercado na parada 49, localizado na Avenida General Flores da Cunha.
Segundo a publicação, o homem vestia uma camisa xadrez vermelha no momento do ocorrido.
"Hoje vi novamente um senhor, usando uma camisa xadrez vermelha, se masturbando próximo ao supermercado Asun (novo), na Avenida Flores da Cunha. Infelizmente, não é a primeira vez que presencio essa situação. O mais triste é que dificilmente há um policial na rua para fazer a denúncia na hora. Espero que as autoridades tomem providências para garantir a segurança de quem passa pelo local", escreveu a moradora.
Nos comentários da publicação, a autora afirmou que não foi a primeira vez que flagrou o homem praticando esse tipo de crime, reforçando que a situação já teria ocorrido anteriormente.
Outras mulheres que participaram da discussão também relataram episódios semelhantes. Segundo esses comentários, um homem com comportamento semelhante teria sido visto praticando atos obscenos nas proximidades de outro supermercado da região.
A prática de ato obsceno em local público é crime previsto no artigo 233 do Código Penal Brasileiro, com pena de detenção de três meses a um ano ou multa. Dependendo das circunstâncias, a conduta também pode ser ser enquadrada em outros crimes previstos na legislação.
Moradores manifestaram preocupação com a recorrência das denúncias e cobram maior presença de policiamento ostensivo na Avenida General Flores da Cunha. Em situações como essa, a orientação é acionar imediatamente a Brigada Militar pelo telefone 190 e registrar ocorrência junto à Polícia Civil do Rio Grande do Sul, fornecendo, sempre que possível, informações que possam auxiliar na identificação do suspeito, sem colocar a própria segurança em risco.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a identificação ou prisão do homem mencionado nas publicações. O espaço permanece aberto para manifestação das autoridades.

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