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26 dias de desaparecimento: perícia confirma sangue humano em casa ligada à família Aguiar





26 dias de desaparecimento: perícia confirma sangue humano em casa ligada à família Aguiar

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul confirmou nesta quarta-feira (18), que o sangue encontrado na residência de Silvana Germann de Aguiar, desaparecida há 27 dias em Cachoeirinha, é humano. O caso envolve também o sumiço de seus pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69 anos, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70, desaparecidos há 26 dias, e passou a ser tratado como investigação criminal. 

Silvana foi vista pela última vez no sábado, 24 de janeiro. Os pais desapareceram no dia seguinte, domingo (25). As amostras recolhidas durante a perícia seguem em análise genética. O objetivo é verificar se o material pertence a algum dos três desaparecidos, o que pode indicar o rumo definitivo das apurações. As informações são do portal GZH.

O principal suspeito é o ex-marido de Silvana e policial militar Cristiano Domingues Francisco, preso temporariamente há cerca de uma semana e que nega as acusações. A medida tem prazo máximo de 30 dias. 

As autoridades também confirmaram que, no dia 25, data em que o casal foi visto pela última vez, o telefone fixo de Isail e Dalmira recebeu uma chamada originada do celular de Silvana quando ela já estava desaparecida.

Para os investigadores, a ligação teria a intenção de criar a impressão de que a mulher estaria viajando, estratégia que poderia retardar o início das buscas. Ainda não há prazo para a conclusão dos exames periciais.

Silvana é filha única do casal e morava na mesma região dos pais. Ela se apresentava como vendedora de cosméticos e trabalhava com eles no pequeno mercado da família, localizado junto à residência. Isail e Dalmira são descritos por parentes e vizinhos como pessoas tranquilas e bem relacionadas na comunidade.

O desaparecimento dos três mobiliza equipes policiais desde o fim de janeiro e segue sem solução oficial.

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